Antes de ir...
Abre as asas sobre mim
Oh! senhora liberdade
Eu fui condenado
Sem merecimento
Por um sentimento
Por uma paixão
Violenta emoção, poisA
mar foi meu delito
Mas foi um sonho tão bonito
Hoje estou no fim
Senhora liberdade
Abre as asas sobre mim
Não vou passar por inocente
Mas já sofri terrivelmente
Por caridade
Ó liberdade
Abre as asas sobre mim

1 Comments:
Renata;
Lindo, lindo o seu blog! Tô aqui há um tempão, li TODOS os seus posts como boa leitora voraz que sou... Vc escreve belíssimamente, se expressa lindamente! Deve ser bom ter vc como paciente, rsrs!
Extremamente profunda, FRANCA (foi essa a sua característica que mais me impressionou durante o churrasco Pic-Nic), normal (adoro gente normal, sabe?!), sem frescuras... Com um certo mau-humor, uma mega-força e uma fragilidade intensa - nesse ponto, identifico-me muito com vc!
Obrigada por tudo o que escreveu, acho que vai me ajudar bastante qdo chegar a minha vez de me tornar mãe. Vou tomar vc como um exemplo de mãe sem frescuras, é o que acho mais bacana na sua relação com a sua filha. Há sinceridade, e a Olivia é muito sortuda por ter uma mãe como vc.
Tb achava que chegaria aos 27 (faço 27 em agosto, leonina) com casa, emprego, salário bacana, casada, com filhos... Hoje tenho a impressão que só terei chance de ser mãe, em moldes "ideais" (te plagiando um pouco!), quando estiver com quase 50 anos. Acho que só lá por essa idade tudo estará nas condições idealizadas. A não ser que eu largue mão de idealizações babacas, e banque o preço de por exemplo, ser mãe solteira; ou de ser mãe pobre, meio sem condições de dar "tudo" (!) pro meu filho; ou de ser mãe anulada, do tipo que se anula profissionalmente e vive só pra família... É tão árduo ser profissional fodona, ter um salário de fodão, ter um marido fodaraço e filhos geniais e bem-resolvidos ao mesmo tempo, né?!
O que ficou da nossa conversa aquele dia, foi um medo imenso diante da constatação que serei uma mãe-psicóloga! Só a idéia já me dá um terror intenso!
A luta pra não ser chata já é grande, eu odeio psicólogas, elas são muito chatas e metidas à sabe-tudo. Eu me esforço para parecer "normal". Espero não acabar fazendo dos meus futuros filhos grandes sociopatas, dependentes químicos, suicidas em potencial, com todo o blá-blá-blá chato de psicóloga.
Talvez por isso, eu esteja me vendo hoje muito mais como psicanalista, do que psicóloga - porque psicanalistas são sexys, inteligentes, sagazes e profundas.
Sacou?! Rsrsrs...
Ler o seu blog me inspirou a escrever, que coisa!
Beijos mil pra vc e pra sua bebê!
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