Verborragia

sábado, fevereiro 26, 2005

Agora...

Na boa: a parada da barata albina.

Tipo assim, eu sabia aquela história de que os bichos mudam de aparência se ficam muito tempo em lugares escuros e essa coisa toda...

Aí, estava eu, lépida e fagueira fazendo minha caminhada de toda terça-feira e a CEDAE estava lá no meu caminho realizando um conserto qualquer daqueles que a CEDAE inventa de realizar numa tarde de terça-feira em plena Visconde de Pirajá quando eu vi aquele bicho bizarro.

Os trabalhadores pareciam nem se dar conta daquela coisa branca cheia de patas e antenas e enorme e branco que passeava ali, na cara deles, naquela tampa nojenta levantada, que olhava pra mim.

Eu fiquei em choque.

Eu tinha hora.

Não podia parar.

Não podia atravessar a rua.

Dar a volta no qaurteirão.

Ficar congelada de pânico.

E se ela ainda por cima fosse voadora?

Provavelmente era cega a bicha. Imagina se voa e vem logo em cima de mim?!?

(quanto a gente tem nojo, esse tipo de coisa sempre acontece)

Passei batida.
Mas fiquei com isso na cabeça.

Barata, por si só, já é um bicho do Mal.
Imagina uma albina!!!

Eu podia ter passado sem essa tranquilamente.
Ganhei mais um bicho fantasma pra me assombrar...