Verborragia

sexta-feira, novembro 10, 2006

Estupidezes de uma mulher inteligente

Primeiro foi o celular.
Eu & a tecnologia temos aquele embate antiqüíssimo que todo mundo conhece, e depois que o aparelho quebrou da primeira vez depois de um outro embate com Madame Bebê ele nunca mais foi o mesmo.
Ainda assim, era meu despertador e funcionou de uma forma ou de outra durante os três meses de garantia que o sujeito que o consertou me deu.
Pois que esta manhã, depois de me despertar para este dia estupendo, nada mais apareceu na tela - sim, celulares hoje têm tela, da qual dependemos para podermos usar os mesmos, vejam só - e eu, na minha fúria tecnológica havia deixado o mesmo no modo silencioso. Resumo da ópera: era uma vez um celular porque eu não vou mandar consertar de novo e só Deus sabe quando poderei comprar um novo aparelhinho.

Depois foi a rolinha.
Há uma semana mais ou menos uma rolinha construiu um ninho e se mudou para a nossa janela. Faça frio ou faça sol, lá está a rolinha, sentadinha, chocando seus ovinhos. Confesso que me dá um certo pânico pensar nesta casa, já tão populosa - eu, mãe, filha, cachorros - contando também com a presença de pequenos passarinhos na janela, mas também é uma coisa meiguinha, quase bucólica mesmo, ter uma rolinha chocando na sua janela.
Eis que eu, no meio do meu dia no lar, resolvi ir tirar foto da tal rolinha para documentar tal fato. Eis que a rolinha não gostou nada disso e deu no pé. Tirei foto dos ovinhos - dois - para a posteridade, mas dado o frio glacial que faz agora rezo para a volta da Mamãe Rolinha porque só me falta matar passarinhos e morrer de culpa de mais essa na minha vida.

Definitivamente, eu sou meio perigosa quando fico ociosa...